sábado, 13 de fevereiro de 2016

Pesquisa sobre os resíduos sólidos, educação ambiental e responsabilidade compartilhada - Resultados e Análises.

O Centro de Assessoria em Resíduos Sólidos e Educação Ambiental – Cenatec coordena o Projeto Escolas Sustentáveis o futuro está presente! Ação coletiva de responsabilidade ambiental e social voltada à capacitação das comunidades escolares para o ensino/aprendizagem contextualizado da educação ambiental, o diálogo e a colaboração entre a educação ambiental formal e não formal conforme estabelecido na Lei 9.795/1999 e Decreto 4.281/2002 que constituem a Política Nacional de Educação Ambiental no Brasil.

Um dos objetivos deste projeto é o desenvolvimento de pesquisas que possibilitem o planejamento de projetos e programas integrados à cidadania e responsabilidade socioambiental, estabelecendo metodologias pedagógicas que respeitem e estimulem as representações sociais positivas sobre o meio ambiente, seja nas comunidades escolares ou na sociedade, contribuindo para a construção de um país sustentável, com livre iniciativa de ações e pensamentos, diálogo e colaboração permanente entre a educação pública e o conjunto dos atores sociais e econômicos, todos legalmente responsáveis pelo desenvolvimento da educação ambiental no Brasil.

No segundo semestre/2015, o Cenatec e Projeto Escolas Sustentáveis realizaram uma pesquisa sobre os resíduos sólidos, a educação ambiental e a responsabilidade compartilhada pós-consumo. Para a captação das respostas utilizou-se um serviço especializado em questionários online (Survey Monkey) para acesso às dez questões, sendo nove de múltipla escolha e uma opcional e descritiva para informações e comentários complementares considerados importantes pelos participantes. O período de realização foi de 23 de junho a 22 de dezembro de 2015, com 284 participantes dos quais 97 deixaram comentários e observações.

A primeira questão de múltipla escolha solicitou que os participantes se identificassem como segmento consumidor com as seguintes opções: Cidadã/cidadão; Empresa; ONG/Oscip; Associação/cooperativa/sindicato; Órgão público; Escola pública/comunitária/privada. Nesta questão, foram 282 respostas com 02 participantes que não responderam, com os seguintes resultados:
                - Cidadã/cidadão: 221 respostas com 78,37%;
                - Empresa: 16 respostas com 5,67%;
                - ONG/Oscip: 08 respostas com 2,84%;
                - Associação/cooperativa/sindicato: 05 respostas com 1,77%;
                - Órgão público: 17 respostas com 6,03%;
                - Escola pública/comunitária/privada: 15 respostas com 5,32%.

Os participantes optaram majoritariamente por responderem à pesquisa individualmente como cidadãos com 78,37% das respostas identificadas com esta alternativa. Uma opção que poderia ter sido acrescentada são os condomínios, considerando que aproximadamente 10% da população brasileira vivem nestes espaços de acordo com o Censo Demográfico 2010 do IBGE, mas provavelmente isso não alteraria significativamente os resultados.

A segunda questão de múltipla escolha solicitou que os participantes identificassem a região geográfica brasileira em que estavam localizados. Foram 283 respostas com 01 participante que não respondeu e os seguintes resultados:
                - Centro Oeste: 31 respostas com 10,95%;
                - Nordeste: 37 respostas com 13,07%;
                - Norte: 14 respostas com 4,95%;
                - Sudeste: 119 respostas com 42,05%;
                - Sul: 82 respostas com 28,98%.

A Região Sudeste destaca-se com um número bem superior de participantes em relação às outras regiões com 119 respostas e 42,05%. A Região Sul em segundo lugar com 82 respostas e 28,98% obteve o mesmo número de participantes das outras três regiões, Centro Oeste, Nordeste e Norte, que juntas obtiveram também 82 respostas e o mesmo índice percentual. Estas diferenças regionais estão relacionadas com os aspectos econômicos, acesso às tecnologias digitais, quantidade de equipamentos disponíveis, qualidade das conexões de internet, projetos de inclusão digital, formação e capacitação dos recursos humanos, deficiências de infra estrutura, evidenciando uma acentuada diferença de acesso e disponibilidade às informações em uma ampla área do Brasil.

A terceira questão de livre escolha da pesquisa solicitou que os participantes apontassem “Das alternativas, qual descreve melhor os resíduos do seu consumo diário?”. Foram 284 respostas com todos os participantes respondendo esta questão e os seguintes resultados:
              - Lixo sem utilidade ou valor que precisa de descarte imediato e sem critérios: 03 respostas com 1,06%;
              - Lixo sem utilidade em sua maioria, mas que contém alguns materiais que podem ser reciclados e/ou reaproveitados: 50 respostas com 17,61%;
              - Resíduos compostos por materiais que podem ser reciclados, mas que não apresentam valor que torne viável este procedimento: 13 respostas com 4,58%;
              - Resíduos que podem ser valorizados através da classificação e separação dos materiais, possibilitando a reutilização e/ou reciclagem e a fabricação de novos produtos: 218 respostas com 76,76%.

Nesta questão destaca-se a opção majoritária pela alternativa que citou a reutilização e a reciclagem dos resíduos do consumo diário, com 76,76% dos participantes identificando esta possibilidade como viável. Em oposição, os participantes que não identificaram estas possibilidades ou não consideraram viáveis foram 5,64% conforme identificados na primeira e terceira opções. Na segunda opção com 17,61% embora os participantes identifiquem alguns materiais como úteis, consideram sem utilidade a maioria dos seus resíduos. Nesta pesquisa não se consideram os hábitos de consumo e outros aspectos econômicos e culturais, que evidentemente estão relacionados às respostas individuais.

A quarta questão de livre escolha da pesquisa solicitou que os participantes indicassem “Como você descarta os seus resíduos?”. Foram 282 respostas com duas abstenções e os seguintes resultados:
             - Todos misturados. Não adianta separar para a coleta, o destino de todos é o mesmo: 52 respostas com 18,44%;
             - Todos misturados. Não é necessário separar o lixo orgânico dos papéis, plásticos, vidros, metais e outros materiais: 04 respostas com 1,42%;
             - Separados em duas frações: resíduos orgânicos e secos: 175 respostas com 62,06%;
             - Separados em todas as suas frações: orgânicos, papéis e papelões, plásticos, vidros, metais, etc.: 51 respostas com 18,09%.

Nesta questão solicita-se que os participantes identifiquem as suas atitudes e ações em relação aos resíduos do seu consumo, assim como as possíveis políticas públicas ou programas de educação ambiental que possam estar vinculados com estas ações justificando-as. Um exemplo é a primeira opção com 18,44% em que os participantes afirmam que não adianta separarem os resíduos visto que todos tem o mesmo destino, provavelmente lixões ou aterros (des)controlados, evidenciando ausência de políticas públicas responsáveis. A separação em duas frações, orgânicos e secos, com 62,06%, demonstra que existe uma preocupação básica com os resíduos pós-consumo, mesmo que em muitos casos provavelmente inexistam políticas públicas adequadas. A educação ambiental, formal ou não formal, possivelmente tenha influência nesta decisão. A separação em todas as suas frações, com 18,09% evidencia políticas públicas relacionadas, projetos e programas de educação ambiental e responsabilidade coletiva na gestão e gerenciamento dos resíduos pós consumo. Uma minoria de 1,42 não identificou a necessidade da separação básica, das relações externas e/ou relacionadas.

A quinta questão de livre escolha da pesquisa solicitou aos participantes que identificassem “Quem você considera responsável pelo destino dos resíduos e para onde devem ser enviados?”. Foram 282 respostas com duas abstenções e os seguintes resultados:
            - A prefeitura que deve recolher e enviar para os lixões ou aterros sanitários: 02 respostas com 0,71%;
             - A prefeitura, que deve recolher, separar o que pode ser reaproveitado e enviar os rejeitos para aterros sanitários: 17 respostas com 6,03%;
              - Os consumidores que devem descartar de modo correto para a coleta seletiva e a reciclagem adequada: 33 respostas com 11,70%;
               - Os fabricantes, distribuidores, comerciantes, consumidores e poderes públicos são igualmente responsáveis pelo descarte e destino adequado dos resíduos, possibilitando seu retorno às cadeias produtivas e destinação final ambientalmente adequada: 230 respostas com 81,56%.

A última alternativa que aponta para a responsabilidade compartilhada entre os diversos agentes econômicos e a logística reversa pós consumo e/ou obsolescência com 81,56% demonstra que os participantes em ampla maioria tem consciência das suas responsabilidades e das possibilidades de descarte adequado. Se somados aos 11,70% da alternativa anterior que se responsabilizam individualmente desde que existam programas de coleta seletiva e reciclagem, temos um percentual de 93,26% de participantes dispostos a colaborarem ativamente, se estiverem disponíveis políticas públicas adequadas de gestão e compromissos assumidos pelos agentes econômicos para a cadeia reversa pós-consumo.

A sexta questão de livre escolha da pesquisa solicitou que os participantes indicassem “Em relação aos catadores de materiais recicláveis, em sua opinião, qual alternativa descreve melhor as suas atividades”? Foram 283 respostas e uma abstenção com os seguintes resultados:
- Atrapalham o trânsito e a livre circulação, espalham os resíduos e não deve ser permitido este tipo de atividade: 04 respostas com 1,42%;
- Atrapalham o trânsito e a livre circulação, mas é uma atividade importante que deve ser permitida: nenhuma resposta com 0%;
- Realizam um trabalho importante, mas que muitas vezes atrapalha e resulta na dispersão dos resíduos. Devem ser mais eficientes e responsáveis: 31 respostas com 10,95%;
- Realizam um trabalho indispensável para a reciclagem e a reintrodução de diversas matérias primas nas cadeias produtivas. Devem ser capacitados, organizados em cooperativas/associações e incentivados em suas atividades: 248 respostas com 87,63%.

O reconhecimento da importância dos trabalhadores com materiais recicláveis e/ou reutilizáveis é amplo, com 87,63% das respostas indicando a quarta alternativa inclusive concordando com a capacitação e incentivos organizacionais que qualifiquem e profissionalizem as suas atividades. Se tomarmos como critério a importância, 98,58% dos participantes assim consideram esta atividade, embora existam ressalvas aos métodos pelos 10,95% que optaram pela segunda alternativa. Este resultado demonstra que o estabelecimento de políticas públicas de apoio e incentivo para estes trabalhadores, assim como a sua inserção nas cadeias de logística reversa pós-consumo, capacitação e profissionalização terão bons resultados com o apoio e adesão dos consumidores aos projetos e programas implantados.

A sétima questão de livre escolha da pesquisa solicitou aos participantes que indicassem “Quanto à coleta seletiva, se estiver disponível, qual sua opção”? Foram 282 respostas e duas abstenções com os seguintes resultados:
              - Não mudar a forma como descarto meus resíduos: 01 resposta com 0,35%;
              - Não mudar a forma como descarto meus resíduos, mas colaborar no que for possível e que não exija esforço: 01 resposta com 0,35%;
              - Colaborar em parte, realizando uma separação básica dos resíduos mais volumosos e/ou pesados: 12 respostas com 4,26%;
              - Colaborar de acordo com as orientações dos órgãos responsáveis, separando e acondicionando os resíduos corretamente, inclusive nos locais e horários adequados à coleta seletiva: 268 respostas com 95, 04%.

Na quarta alternativa apontada por 95,04% dos participantes está o índice mais alto de toda a pesquisa, indicando uma clara disposição dos consumidores para colaborarem com programas de coleta seletiva se estiverem disponíveis e organizados com instrumentos e regras adequadas ao descarte correto das embalagens pós-consumo e dos produtos obsoletos. Um índice que podemos considerar aproximado dos 87,63% - segundo maior índice da pesquisa - que na questão anterior consideraram indispensável às atividades e a profissionalização dos trabalhadores com materiais recicláveis.

A análise das questões seis e sete indica que ao menos no âmbito desta pesquisa, que não analisa os aspectos culturais e de formação dos participantes limitando-se às questões básicas propostas, há uma ampla possibilidade para a colaboração e apoio da sociedade a projetos que tenham a coleta seletiva e a reciclagem como base para a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos. O uso adequado de programas de educação ambiental direcionados às realidades específicas dos consumidores e cidadãos pode impulsionar e consolidar esta tendência identificada entre os participantes.

A oitava questão de livre escolha da pesquisa solicitou que os participantes indicassem “Quanto aos resíduos tecnológicos, desgastados e/ou obsoletos (celulares, computadores, TVs, impressoras, eletrodomésticos, pilhas, lâmpadas, etc), em sua opinião, qual deve ser a atitude dos consumidores ao final da vida útil”? Foram 282 respostas com duas abstenções e os seguintes resultados:
  - Descartá-los imediatamente em qualquer espaço possível, sem critérios: nenhuma resposta com 0%;
  - Descartá-los junto com os outros resíduos domésticos para serem recolhidos pelos sistemas de limpeza pública: 02 respostas com 0,71%;
  - Descartá-los em locais adequados, implantados especialmente para este fim (eco pontos), visando uma destinação final ambientalmente adequada: 175 respostas com 62,06%;
             - Devolvê-los nas lojas e/ou locais em que foram adquiridos, visando uma destinação ambientalmente adequada: 105 respostas com 37,23%.

A terceira alternativa com a proposição dos eco pontos com 62,06% foi justificada por alguns participantes em seus comentários como a melhor opção por serem muitos eletroeletrônicos adquiridos pela internet, o que dificultaria o descarte através de outros sistemas. Possivelmente, este foi um dos principais argumentos para que a maioria dos participantes optasse por esta resposta. A devolução nas lojas ou locais de aquisição com 37,23% também demonstra a preocupação dos participantes com o descarte ambientalmente adequado e a logística reversa dos resíduos tecnológicos.

A nona questão de livre escolha da pesquisa solicitou que os participantes indicassem sua opinião “Para a cooperação dos cidadãos quanto aos aspectos relacionados com os resíduos sólidos, o que considera mais eficiente”? Foram 283 respostas e uma abstenção e os seguintes resultados:
            - Legislação, leis específicas, responsabilização dos geradores e regras para os consumidores: 63 respostas com 22,26%;
            - Projetos, programas e ações de educação ambiental permanentes e/ou direcionados: 145 respostas com 51,24%;
            - Campanhas voluntárias pontuais sobre problemas pré-existentes: 03 respostas com 1,06%;
            - Uso da mídia (jornais, TVs, rádios, revistas) para alertar sobre aspectos ambientais relacionados aos resíduos sólidos: 72 respostas com 25,44%.

As ações permanentes e/ou direcionadas de educação ambiental com 51,24% foram a alternativa mais indicada pelos participantes. Esta é a questão em que os índices estiveram mais distribuídos, possivelmente por as alternativas não serem excludentes, sendo possível utilizá-las simultaneamente através de um planejamento adequado e integrado dos projetos de educação ambiental. Certamente a existência de legislação específica e a responsabilidade dos geradores com 22,26%, o uso de mídias com 25,44% e mesmo as campanhas pontuais com 1,06% são complementares aos projetos educativos permanentes e podem sinergicamente construir consciências pró ativas quanto à responsabilidade coletiva em relação aos resíduos sólidos.

 A décima questão solicitou aos participantes “Se desejar, deixe seus comentários e outras informações que considera importantes”. Foram 97 comentários como complementos às respostas, justificativas, descrição das realidades locais, sugestões, opiniões e observações relacionadas às diversas questões propostas. Alguns destes comentários foram selecionados e estão transcritos ao final de todos os artigos publicados com as análises e resultados desta pesquisa online sobre os resíduos sólidos, a responsabilidade compartilhada e a educação ambiental.

Alguns comentários dos participantes:

“Trabalhar a Educação Ambiental é um item essencial para o mundo em que vivemos, temos que atingir o público de maneira fácil e direta. [...] ter a capacidade de pelo menos ajudarmos com a separação em casa, ajudando assim todo o processo e tornar dessa atividade uma coisa rotineira enquadrando de vez isso em nossas vidas”. Participante nº 31, quinta feira, 23 de julho de 2015, 11 h 39 min.

“Educação Ambiental em todos os níveis e o cumprimento da PNRS”. Participante nº 36, quinta feira, 23 de julho de 2015, 20 h 21 min.

“Campanhas educativas massivas que estimulem a compreensão dos 3R, redução, reutilização e reciclagem; normatização e difusão da legislação sobre logística reversa e responsabilidade com a mesma”. Participante nº 47, quarta feira, 29 de julho de 2015, 15 h 45 min.

“Lamentavelmente meu lixo é misturado, pois em minha cidade não existe nenhum programa de coleta seletiva e o fim dado ao lixo orgânico é o mesmo dos demais. Portanto não adiantaria eu separar o lixo sendo que os responsáveis pelo destino dado a eles os misturam dentro do mesmo caminhão”. Participante nº 227, quarta feira, 25/11/2015, 12 h 53 min.

“Essa pesquisa é ótima, quando sair o resultado terá uma dimensão de ideia do que as pessoas pensam e do conhecimento em relação a esse assunto, o que possibilita criar políticas públicas”. Participante nº 213, segunda feira, 23 /11/2015, 10 h 45 min.

“[...]. São inúmeros os objetos descartados que dariam para reaproveitar e simplesmente são jogados fora. A quantidade de lixo é enorme e cresce cada vez mais, os aterros sanitários lotados e as pessoas não param de consumir. Ao meu ponto de vista é urgente a questão da conscientização, em larga escala”. Participante nº 212, segunda feira, 23/11/2015, 09 h 51 min.

“Na pergunta sobre os catadores, nenhuma reflete minha percepção. Eles ajudam sim, mas existem ferramentas melhores. Gostaria de ter respondido: nenhuma das alternativas listadas”. Participante nº 11, quarta feira, 24/06/2015, 19 h 12 min.

“1. O gerador inicial do lixo é, em grande parte a indústria e o distribuidor do produto embalado. 2. A creche, a escola, a universidade são locais onde se deve ensinar a administração da coleta do lixo”. Participante nº 130, quarta feira, 04/11/2015, 09 h 59 min.

“Combater a máfia do lixo e obrigar as empresas a cumprirem com sua parte no ciclo”. Participante nº 28, quinta feira, 23/07/2015, 10 h 46 min.

“[...], a educação ambiental é um bom caminho. Porém sem cobrança devida dos órgãos do governo fica complicado, conversando com colegas de outros países vi que a melhoria em torno do assunto só ocorre por necessidade e porque mexe no bolso, paga quem não segrega, quem não tem a devida atitude”. Participante nº 54, terça feira, 11/08/2015, 18 h 08 min.

“Alguns itens adquiridos, na 8ª questão, são pela internet às vezes. Por isso optei pelos eco pontos”. Participante nº 55, quarta feira, 12/08/2015, 09 h 06 min.

“Na questão 9, considero o melhor e mais eficiente um planejamento que envolva as quatro alternativas”. Participante nº 193, sexta feira, 20/11/2015, 06 h 50 min.

“Foi um dos últimos projetos que realizamos em equipe em minha escola, depois aposentei. Separação dos materiais utilizados, em 2002.....” Participante nº 252, segunda feira, 12/12/2015, 17 h 41 min.
A inserção deste comentário é uma homenagem do Centro de Assessoria em Resíduos Sólidos e Educação Ambiental – Cenatec e Projeto Escolas Sustentáveis – O futuro está presente! a todos os educadores ambientais do Brasil.


Antonio Silvio HendgesDiretor do Cenatec e Coordenador do Projeto Escolas Sustentáveis – O futuro está presente!

2 comentários:

  1. Matéria excelente assim como todas as outras do site.
    Acompanho o site a algum tempo pois criamos uma startup que tem como objetivo dar o destino correto para os resíduos sólidos e reciclar o maior numero possível. Para fazer isso, criamos uma plataforma onde os usuários criam anúncios oferecendo quais tipos de resíduos possuem ou gostariam de comprar.
    Isso é feito pelo site de forma gratuita e a negociação pode ser feita diretamente com os anunciantes.
    DETRITUS – Transforme seus resíduos em negócios.
    www.detritus.com.br

    ResponderExcluir
  2. Ótima pesquisa Antonio Silvo.

    Parabéns!!

    Sucesso Sempre!

    Gualberto Cruvinel

    ResponderExcluir